terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Vale a pena usar pneu maior que o original?

Assino embaixo tudo que ele diz no vídeo:



E digo mais, ele teve a sorte de voltar para o pneu original antes de ter a chance de se matar por causa dessa mudança.

Um pneu maior que o original fica muito bonito na moto:
Imagem: Extinto orkut, proprietário desconhecido, encontrada no google

Eu caí na besteira de colocar um pneu Mandrake grandalhão na roda traseira da Jezebel, minha Kansas 150.

Era um pneu de 250 em uma moto 150.

Não senti tanto o problema da perda de rendimento porque minha relação de transmissão estava adequada.

Mas a corrente de transmissão começou a pular fora da coroa dia sim, no outro dia também.

Aconteceu várias vezes no trânsito urbano.

Aconteceu durante a viagem para Foz do Iguaçu. 

Aconteceu na viagem para Trindade.

E voltou a acontecer na viagem para Santa Catarina.

Inesquecível pelejar no acostamento da BR-116 lá no Paraná, a noite chegando, eu chutando a roda para frente a fim de recolocar a corrente, e os caminhões passando a 140 km/h a metro e meio da gente... 
Imagem: http://www.jornalnanet.com.br/noticias/12998/regis-bittencourt-tera-operacao-carnaval-para-a-br-116-sp/pr 

Foi grande o cagaço.

E qual a causa de a corrente pular fora?

Justamente o aumento do diâmetro final do conjunto roda e pneu.

Um pneu maior aumenta o braço de alavanca da resistência do asfalto ao movimento da moto.

Isso precisa ser compensado aumentando a força que o motor precisa fazer para empurrar a moto.

Mas o motor já está no limite, não tem de onde tirar mais...

Com o pneu maior, a forcinha (torque) feita pelo motor e ampliada pelo câmbio e redução da coroa/pinhão virou uma forçona por causa do aumento da circunferência.

Todo o conjunto teve de fazer mais força para conseguir virar a roda, desde o motor (e é por isso que a moto fica fraca e o consumo de gasolina aumenta) até a corrente de transmissão.

Isso fez o desgaste da corrente, coroa e pinhão atingir níveis absurdos.

Juntou com a balança mais longa da Kansas e virou a tempestade perfeita. 

A mesma coisa aconteceu com a Kansas do meu amigo Will lá no Rio. 

Foi só eu voltar para o pneu original assim que cheguei em Santa Catarina e nunca mais vi o problema da corrente pular fora da coroa.

Então tome cuidado com essas mudanças puramente estéticas. 

O resultado pode ser imprevisível.

Uma única escapada de corrente que tivesse travado a roda traseira poderia ter causado um atropelamento fatal.

Não vale a pena colocar a segurança em risco por conta de um detalhe como esse.

Um abraço,

Jeff

37 comentários:

  1. Nossa Questao era bem isso que ia te perguntar e estava enrolando kkkk
    Como sempre na lata! Vlw por mais um toque
    Detalhe no comeco de janeiro tive uns problemas cm o meu traseiro duratraction, enjuriei e fui trocar(eu ja sabia que era robada no traseiro) o cara quis bem me empurrar um nessa mesma desculpa rs
    Coloquei uma marca qualquer que tinha no borracheiro na medoda correta e ja andei uns 300 km, acontece que no comeco eu levava uns sustos na hora de deitar um pouco na curva(achei que fosse a cera) mas ate agora levo esses sustos, hoje estava pensando que mesmo esse pneu quanto o anterior tem as mesmas medidas originais mas o duratraction tinha uma diferença nas laterais, ele nao era completamente redondo ou oval, ele era mais acentuado nas pontas(meio dificil de explicar) e eu to achando que isso que esta me fazendo falta. Da uma luz pf nessa duvida o antigo seria o pirelli duratraction na medida original se eu nao me engano 90/90 18, depiis dou mais informacoes sobre o qie estou agora.
    Abrcs

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    1. Olá, Rafael!
      Os pirelli costumam ter um limite claro no extremos da banda de rodagem que dão essa percepção. Pneus de perfil redondo sem distinção da banda de rodagem não indicam que você chegou perto do limite de inclinação, permitem inclinar a moto um pouco mais, até onde a gente não está acostumado, o que gera essa insegurança. A Edith usava pneus radiais chineses de perfil mais arredondado, eram ótimos para raspar as pedaleiras no asfalto.
      Antes de chegar ao ponto de raspar as pedaleiras, ao encontrar uma situação dessas de receio de terminar a curva por excesso de inclinação, a única saída é acelerar ainda mais.
      Aumentar a rotação aumenta a tração durante uma curva, tem a ver com a geometria do pneu e a diminuição do diâmetro aparente da roda do ponto de vista do motor. Um dia ainda falo sobre isso.
      Um abraço,
      Jeff

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    2. Ops, Felipe Rafael.
      Eu estranharia se começassem a me chamar de Wagner.
      Um abraço,
      Jeff Wagner

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    3. Acontece que eu deitava muito mais com o duratraction sem susto. Os novos sao maggion mr5 90/90 18 assim como o duratraction mas quando fui trocar senti uma enorme diferenca visual.
      Nem me imcomoda se chamado assim ter tanto nome, sobrenome que chama atencao mais os apelidos me fez acostumar com um vasto perfil de nomes.

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  2. Saúde & Paz.
    Autor do fato: a Virago 535 o original é o 140.....como visualmente o espaço entre pneu e paralamas é grande coloquei um 170.
    Que arrependimento..... a começar pelo preço:pneu mais caro R$.... com a D.Loba na garupa pegava no paralamas, consumia mais combustivel.... tirou a moto do angulo ideal para o motor.
    Tirei após uma viagem curta....voltei para o original 140.
    Se alguem quer um conselho:nunca...jamais...never.... coloque um pneu diferente
    do original.
    Sai ileso, mas poderia ter dado m....a.
    Abraços e boas aceleradas.

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    1. Pior que a gente só descobre o erro depois que senta na mmmmmmmoto.
      Dá dó jogar dinheiro fora.
      Do mandrakão só sobrou a câmara de ar, que uso como almofada na cadeira que uso.
      Minhas postagens são todas digitadas com meus pensamentos sobre ela.
      Por isso que sai tanta mmmmmmmmmoto.
      Um abraço,
      Jeff

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    2. Preciso trocar esse teclado.

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  3. oi Jeff, já fez algum artigo similar em relação a troca de relação?

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    1. Olá, Rafael!
      Acho que essa é uma das postagens planejadas mais antigas e que nunca fiz...
      Cada moto tem um comportamento diferente, que pode variar muito em função do peso do piloto, de ele andar ou não com garupa, do estilo de pilotagem de cada um... foi isso que me impediu de fazer uma postagem.
      Uso um pinhão com um dente a mais na Kansas e o resultado é muito bom, diminui a vibração do motor. Mas a melhor dica é não mudar mais do que um dente no pinhão ou dois na coroa, e nunca fazer duas alterações ao mesmo tempo. E se notar que o resultado não foi satisfatório em termos de sofrimento do motor, retornar imediatamente para a configuração anterior. Se esperar muito tempo, ocorrerá o casamento entre engrenagens e corrente, e aí o novo componente irá diminuir a vida útil de toda a relação.
      Um abraço,
      Jeff

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  4. Fala aí Jeff. Estou voltando aqui pra falar da minha Falcon, mas sobre pneus eu tenho uma lembrança de um Mandrake, que usei na minha Turuna, em 1985, que dava maior insegurança nas curvas, era como se no meio da inclinação ele desse uma tombada por conta própria. Voltei aos originais, que não me lembro quais eram e voltei a ficar seguro. (continua)

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    1. Pneu Mandrake foi uma das maiores decepções que tive na vida...
      Ainda bem que saiu de linha, foi embora tarde.
      Um abraço,
      Jeff

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  5. (Continuação) Ontem peguei de volta a Falcon, sem fazer a troca das peças. Pedi para o mecânico da Concessionária tornar a fechar o motor sem peças novas porque eu não tinha R$4.000,00. Mesmo assim me custou 360,00 em mão de obra e 550,00 de juntas originais. E... espanto, o barulho de latas batendo sumiu. O mecânico me informou que o comando de válvulas já estava sem o descompressor. Havia sido retirado por um dos dois antigos donos, dentro dos primeiros 22.000 Km indicados no odômetro.

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    1. Retirar o descompressor é um dos maiores erros que o pessoal comete... não entende a função, não sabe regular as válvulas e acaba fazendo essa besteira. Preciso me lembrar do material sobre isso que escrevi ainda nos tempos do fórum, vou ver se encontro para fazer uma postagem.
      Um abraço,
      Jeff

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    2. Obrigado Jeff pelo interesse. Pelo que entendo, a função do descompressor seria, ao deixar as válvulas de escape um pouco abertas na hora da partida, aliviaria o esforço do motor de arranque (para aumentar sua vida útil?) e também a bateria?
      Tive uma XLX 250 e demorei a aprender a ligar ela, parece que tinha um descompressor pra poupar nossa perna (rs). Logo quando comecei a andar com ela, cheguei ao ponto de empurrar a moto quase 1 Km, de manhã, até a concessionária pra eles ligarem. Rs

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    3. Que experiência... cansativa.
      A função é essa mesma, evitar aquele contragolpe do pedal de partida e aliviar o esforço do motor de partida e da bateria.
      Um abraço,
      Jeff

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  6. Jeff, tudo bem? Tô passando pra agradecer as dicas no outro dia sobre as pastilhas de freio, acabei trocando ontem as da GSR125 originais mesmo, mais caro mas pelo menos evito dor de cabeça. Aproveitei e fiz a substituição do fluido de freio pra um bom DOT4, agora o sistema está novo em folha (tão novo que as pastilhas ainda não assentaram e a moto ainda freia que nem uma carroça velha). Mas queria te perguntar outra coisa...

    A GSR125 tem um rendimento bom acima dos 5 ou 6 mil giros, o torque máximo acontece na casa dos 6 mil, conforme as tabelas dela de torque x rpm. Então o que percebo nela é que a arrancada é um pouco mais lenta, mas numa faixa mais alta ela é bem esperta e responde muito bem, e tem uma relação final confortável pra rodar na rodovia a uns 90 km/h com segurança em relação à faixa vermelha.
    Por isso, tenho o costume de andar em uma marcha que me deixe em torno dos 5 ou 6 mil giros sempre, dessa forma tenho potência e esperteza pra acelerar, se precisar. Enquanto o pessoal do semáforo arranca e em 10 metros já tá na quarta marcha com a rotação lá em baixo, eu procuro subir as marchas com a rotação mais alta, pra aproveitar melhor o desempenho da suzukinha. Então é bastante comum eu rodar em terceira ou quarta marcha, a 5 ou 6 mil rpm, em vias mais lentas e com mais trânsito, e a quinta marcha fica mais pras avenidas ou vias mais rápidas.
    Essa forma que tenho andado é adquada? Ou acabo forçando mais o motor nessas condições? É que também não me sinto seguro andando com a moto "morta", em quinta marcha a 40km/h.
    Gostaria de saber sua opinião, caro Jeff.
    Um abraço e muito obrigado!

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    1. Olá, Péricles!
      Tenho por filosofia sempre rodar em marchas que permitam acelerações adequadas.
      Motos de pequena cilindrada exigem que você use o câmbio com mais frequência para otimizar o desempenho do motor em relação à velocidade.
      Não é o caso quando sobra torque em um motor de baixa rotação, mas também é o caso em motores de tocada esportiva, como as ninjinha, cujo motor só responde com força quando está girando em alta. Nas cilindradas maiores, sobra torque em todas as marchas
      Então é frequente eu estar a 60 km/h em 4ª marcha (a Kansas tem 5 marchas).
      5ª marcha a 60 km/h só quando passeando tranquilo apreciando a paisagem... ou sem perspectiva de precisar acelerar rápido devido ao trânsito. Mesmo assim, se precisar acelerar, reduzo a marcha.
      Aliás, rodar em 4ª tem a vantagem de limitar a velocidade da moto para não passar a mais de 60 km/h nos radares, pelo menos nas Kansas. A GSR tem 6 marchas, esse escalonamento não é igual.
      É como você disse, a moto sempre está esperta para o caso de precisar escapar de um risco tipo alguém se aproximando demais falando ao celular...
      Um abraço,
      Jeff

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    2. É, acho que a gente vai ficando meio paranoico, mesmo kkkkk
      Mas obrigado pelo esclarecimento, acho que não estou fazendo nada de errado, então. Ah, e só pra esclarecer, só a GSR150i (com injeção eletrônica) é que tem 6 marchas, tanto a GSR125 comum (que é a minha) e a GSR125S (aquela com umas carenagens) tem câmbio de 5 marchas mesmo. Então o comportamento dela é semelhante ao da Kansas, nesse caso.
      Obrigado mais uma vez! Abraço...

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    3. O melhor critério é avaliar se você e sua moto estão felizes do jeito que você pilota...
      Não se prenda tanto a fórmulas ideais, siga o seu coração. Moto é liberdade.
      Mas tem um monte de gente que "vive" essa liberdade sendo escravo de uma marca, dos produtos da marca e do "way of life" vendidos pela marca.
      Dica: Começa com H e D, termina com Y e N.
      Um abraço,
      Jeff

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  7. Boa tarde, Jeff!
    Na Zig 50, por exemplo a medida do pneu traseiro é aceitável ( mandrake due, aro 17, medida 2.75 ).
    Já o dianteiro, considero muito estreito ( 2.50 ).
    Será que se eu colocar a mesma medida do traseiro, no dianteiro, fica bom no que se diz respeito à pilotagem?
    Não ligo pra estética, a questão é pilotagem mesmo...
    Grande abraço!

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    1. Olá, Letícia!
      Não mude as medidas do pneu não...
      O motivo de o pneu dianteiro ser mais estreito tem a ver com a capacidade da moto se inclinar nas curvas. Uma mudança para um pneu mais largo na dianteira tiraria muito da agilidade da moto, sem falar em outros problemas que a gente só descobre na prática.
      De repente, um pneu mais largo poderia ficar raspando em componentes do freio ou paralama. Na Kansas, por exemplo, um pneu mais largo na traseira fica raspando no protetor de corrente.
      Depois da péssima experiência que relatei, não aconselho a fugir do original, a menos que você conheça alguém que tenha feito e o resultado tenha ficado muito bom, ou que você tenha condição de fazer a experiência e voltar atrás imediatamente.
      Tentar se adaptar a uma situação potencialmente perigosa é receita para o desastre, rentão recomendo sempre ficar no lado da segurança.
      Tudo de bom,
      Jeff

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  8. Alô Jeff. Acabei de ler em um fórum da Sahara, que ao retirar o descompressor, do comando dela, são deixados dois furos no eixo que prejudicam a pressão do óleo para chegar até o cabeçote. Procede? E o mesmo ocorreria com a Falcon?

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    1. Olá, Eduardo!
      Faz sentido sim.
      O óleo saindo livre por um furo alivia a pressão da mesma linha.
      É como fazer um furo grande na mangueira do jardim, a pressão do esguicho vai diminuir proporcionalmente à quantidade de água que vaza pelo furo.
      Como os mancais precisam trabalhar com pressão para manter uma almofada de óleo suficiente para não haver atrito direto metal com metal, a lubrificação perde eficiência.
      E o motor da Falcon é apenas a evolução do motor da Sahara de 350 para 400 cc. Cabeçote com 4 válvulas radiais em relação ao centro da câmara de compressão.
      Um abraço,
      Jeff

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  9. Ta ae uma postagem que valia a pena o pessoal da comunidade RTR dar uma lida
    Eu sempre achei meio estranho essa configuracao da apache de roda 17 na frente e 18 atras, na india eh so 17, mas aki talvez pelo custo do pneu aro 18 ser menor eles mudaram, mas ae quando eu comprei a moto, mt gente na Comunidade RTR comentava sobre colocar um pneu maior, e realmente fica charmoso, mas mt tbem citavam isso de consumo maior, e pegar na corrente. A Cereja do falecido Ariel tbem era assim, ele mesmo alertava dos riscos.
    alias ta ali o link pra materia
    http://comunidadertr.net/forum/index.php?topic=193.225
    enfim na minha eu tinha vontade de por 110/80, mas aro 17, so que o custo do aro 17 eh inviavel entao resolvi deixar o 100,80 no aro 18 mesmo, minha Ravem continua linda do mesmo jeito.

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    1. Uma troca do tamanho do aro implica na redução do diâmetro final do conjunto roda/pneu. A moto ficaria com mais torque, mas perderia velocidade final. Além disso, desconfio que a moto ficaria menos esperta para fazer curvas.
      Pode ser que lá na Índia eles tenham algum motivo de custo, facilidade de manutenção ou alguma legislação bizarra para usar aros de mesma medida.
      Se o pacote atual é bom, não vale a pena mexer.
      Um abraço,
      Jeff

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    2. Estou devendo uma postagem sobre o Ariel e a Cereja... não me esqueço, mas quero que a postura seja à altura do cara que ele foi.
      Abração,
      Eu de novo

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    3. Nossa... disso ae do aro nao sabia... vivendo e aprendendo rsrs. Enfim melhor mesmo... ate para o bolso. Pq so o aro 18 traseiro original da Apache... custa maia de mil reais... e um aro 17 seria nessa mesma faixa...
      Sem problemas Jeff... assim que vc fizer eu postarei para a familia dele ver. Pode fazer ae um dia que vc tiver de boa... a gente sabe ae que vc tbem ta na correria do dia-a-dia. So pela sua intencao em fazer ja agradecemos.
      Abracao.
      Wyvern

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    4. Valeu, Wyvern / Vyvern !
      Obrigado pela compreeensão. Postagens também precisam de inspiração. E na correria fica difícil. Postagens apressadas acabam saindo erradas, e toca eu riscar e publicar uma correção...
      Abração,
      Jeff

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  10. Eu preciso relatar sobre o dianteiro da kansas, coloquei um 90/90 e além de diminuir o erro no hodômetro, senti mais firmeza nas curvas, inclusive tive que fazer uma frenagem de emergência em linha reta e a dona patroa quase foi parar no meu pescoço. Pra mim foi uma troca extremamente positiva, o objetivo era tentar diminuir o erro na velocidade. Uma coisa que quase ninguém leva em consideração, é que o pneu dilata com o aumento de temperatura e deve ser levado em consideração.

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    1. Olá, Cássio!
      Bom saber de modificações que deram certo, fica aqui o registro!
      Abração,
      Jeff

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  11. Gostaria que comentasse sobre o meu caso, possuo uma cbx 250 twister e acabei comprando um par de pneus radial, mas a medida acima 110/70- 17 e 140/70 -17, as medidas originais e 100 na dianteira e 130 na traseira, gostaria que comentasse o pós e contra desse tipo de modificação, não senti muita diferença, mas não acho pneus radiais (pirelli, michelin e metzeler) com as medidas originais...

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    1. Olá, Ronaldo!
      A diferença nesse caso é bem pequena, não deve influenciar significativamente o desempenho da moto. Mas fique atento para verificar periodicamente a corrente com mais frequência que o habitual. A Kansas tem balança longa e isso pode ter ajudado a causar mais problemas, talvez não se repitam em outras motos ou em modificações não tão drásticas como aquele pneu Mandrake gigantão.
      Abraão,
      Jeff

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    2. Olá Ronaldo, com a sua permissão e a do Jeff, gostaria de lhe passar uma informação que conheço muito bem... Quanto mais largo o pneu, maior a sua segurança em frenagem (segura melhor no solo), a moto não sente tanto as imperfeições do solo como ocorre com pneus finos, porém a moto fica menos ágil, menos velocidade final, o motor fará mais força para romper o atrito dos pneus com o solo.
      Saiba que vale muito a pena essa alteração tendo em vista o aumento da sua segurança em detrimento do desempenho e agilidade.
      Não tem que ser uma questão estética mas sim de segurança.
      O único que mudou foi a circunferência do pneu que aumentou um pouco, gerando as mudanças que comentei.
      Seja feliz com este novo pneu e nos passe a sua experiência.
      Abração.

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  12. Uma frase de um caminhoneiro super capacitado, cuidadoso na estrada, com a carga transportada, com a sua vida, a vida dos terceiros... "A moto nunca se adapta ao motociclista, o motociclista tem que se adaptar a sua motocicleta."
    Sensacional e devia ser pendurado em um quadro na casa de cada motociclista.
    Também serve para motoristas de todos os tipos de veículos.
    Abração a você Jeff e a todos os leitores.

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    1. É uma boa filosofia de vida motociclística, José Carlos!
      Respeitar a moto e saber do que ela é capaz (e do que ela não é capaz), assim como conhecer e respeitar as próprias limitações, também são atitudes fundamentais.
      Abração,
      Jeff

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